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25.07.1988
Mais tarde. - Tu não mais queres saber do teu Pastor! 1 Ébria de Vaidade, ébria de Desobediência, ébria de Discórdia, como poderás tu acreditar ser capaz de sobreviver? Vós fizestes sofrer a fome aos Meus cordeiros, por causa da vossa desobediência, cuidando dos vossos interesses e não dos Meus. Jerusalém! Tu provocaste-Me tanta dor, enquanto Eu sempre desejei fortemente unir-vos a todos e reunir os teus filhos, como a galinha reúne os seus pintainhos debaixo das asas, protegendo-os. Tu, pelo contrário, recusaste... Os Meus Olhos e Os da tua Santa Mãe não mais deixaram de arrasar-se de Lágrimas de Sangue, vendo tanta injustiça, precisamente na Minha Casa. Vassula, têm-Me flagelado sem tréguas. Apesar do Meu enorme sofrimento, quero perdoar-lhes e esquecer... Vem, Minha filha; permanece no Meu Sagrado Coração; o Amor está sedento de amor. Os Lábios de Jesus estavam secos, como pergaminho. - Descansa, agora; Eu estou contigo. Reza pelas almas que Me renegam; alivia as Minhas Penas, amando-Me; contenta o teu Senhor, o teu Abba. - Sim, Abba. Senti-me de novo tocada e comovida com o nosso Pai, renegado por eles. - Vassula, tem piedade dos teus irmãos, tem compaixão dos seus erros, tem compaixão da sua cegueira e reza por eles. 1 o Papa João Paulo II |