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6.6.1987
- Deixa-Me livre de fazer a Minha Vontade. Vem, permite-Me que te ilumine sobre o Meu modo de agir. - Tenho medo de que, se Vos desagradar, Vós retireis todas estas Graças. - E por que razão deveria Eu retirar as Minhas Graças? - É que, se não progrido, de modo a seguir o Vosso passo, Vós podereis retirá-las. - Não, não o farei nunca! - A mim, parecer-me-ia justo que Vós retirásseis as Vossas Graças a quem Vos não satisfizesse. - Isto parece justo aos teus olhos, Minha menina. Eu alimentar-te-ei, até que te não venha libertar. Não te negarei nunca o Meu alimento. Eu, que suspirei tantos anos por ti, que esperei anos para te apertar ao Meu Coração, que te ama, agora poderia alguma vez retirar-te o Meu alimento? Vem, apoia-te a Mim como desejas. Lembra-te: Eu sou Amor, Eu dou gratuitamente e não retomo aquilo que dou. |